sábado, 1 de outubro de 2011

Humor surreal


Exposição reúne quadros de Bob Dylan em Londres




O lendário músico norte-americano Bob Dylan apresentará a partir desta semana em uma galeria de Londres seus primeiros quadros, em uma exposição que encerra uma etapa de sua cada vez mais consolidada carreira pictórica.
As dez obras de cores brilhantes são parte de uma série conhecida como The Drawn Blank Series, que começou com pinturas feitas enquanto estava em turnê entre 1989 e 1992. As pinturas apresentam temas e lugares de suas canções.
"Só desenhei o que era interessante para mim e depois pintei", indicou o artista em um comunicado. "Não estou tentando fazer comentários sociais ou aprofundar a visão de alguém", acrescentou.
Segundo Paul Green, presidente da galeria Halcyon situada no elegante bairro de Mayfair, Dylan tem "um estilo totalmente próprio" e, "como muitos artistas, é multitalento".
Enquanto sua música é acessível a todos - como mostram os 110 milhões de discos vendidos - seus quadros, com preços que oscilam entre 95.000 e 450.000 libras (148.000 e 702.000 dólares), estão ao alcance de poucos.
Os mais caros desta exposição que permanecerá aberta ao público até 10 de abril são os dois da série Train Tracks, que representam vias ferroviárias que desaparecem entre montanhas distantes sob um grande céu azul.
Dylan, que já está preparando uma nova série pictórica com o título "Brasil", na qual intensificará mais a sua exploração da pintura sobre tela, deverá ter outra mostra dedicada ao seu trabalho este ano no Museu Nacional de Dinamarca.

facebook twitter orkut e-mail Bob Dylan expõe suas primeiras pinturas em Londres


Artista chinesa acusa escola de arte de Paris de censura 12 de fevereiro de 2010 • 18h00 • atualizado às 20h06



Uma artista chinesa acusa a Escola Nacional Superior de Belas Artes (Ensba) de Paris de praticar censura ao remover de sua fachada uma obra dela que fazia alusão a um slogan do presidente da França, Nicolas Sarkozy.
As quatro faixas com os dizeres "Trabalhe", "Menos", "Ganhe" e "Mais" faziam referência à frase "Trabalhe mais para ganhar mais" usada pelo partido UMP na campanha presidencial de Sarkozy em 2007.
A oposição socialista frequentemente zomba do slogan, já que o desemprego vem aumentando. Em nota, a Ensba disse que a obra "poderia constituir um ataque à neutralidade do serviço público."
A artista Siu-lan Ko qualificou o fato como "abominável." "Na China, falamos muito sobre censura, mas meu trabalho nunca foi censurado de modo tão brutal na China."
O Ministério da Cultura francês não quis comentar o caso.

Origami com notas de dolar








Leilão de arte beneficiará fundação de Elton John para Aids


30 de setembro de 2011 | 17h 18

REUTERS
Espera-se que obras de Jeff Koons, Keith Haring e de outros quatro artistas arrecadem mais de 1 milhão de dólares para a Elton John's Aids Foundation (Ejaf) quando forem vendidas em um leilão em novembro, informou a Sotheby's na sexta-feira.
Artistas como Jim Hodges, Howard Hodgkin e Tracey Emin também serão representados na venda de arte contemporânea durante os leilões de outono da Sotheby's.
"Todos nós na Ejaf estamos muito agredecidos à Sotheby's e a todos os incríveis artistas que generosamente contribuíram com peças verdadeiramente especiais", disse Elton John em um comunicado.
A artista Cecily Brown doou "Don't Bring Me Down", um óleo sobre linho que tem arrecadação prevista de até 600 mil dólares.
A fundação Keith Haring contribuiu com uma obra sem título de 1981 retratando três homens sem camisa no estilo característico do artista pop, que morreu de Aids em 1990 aos 31 anos.
Estima-se que a serigrafia "Monkey Train", de Koons, será vendido por entre 40 mil dólares e 60 mil dólares, informou a Sothebys.
(Reportagem de Chris Michaud)

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